O analista Andrew Rassweiler observou que os valores dos smartphones da Samsung têm aumentado nos últimos tempos. Rassweiler, que participou do processo de pesquisa, diz que “por dentro [do aparelho] vemos componentes reciclados na maior parte, algo que não vimos antes. Não há nada de especial dentro dele que a Samsung tenha aplicado”, afirmou. O analista, por outro lado, deu créditos à companhia pelo design resistente à água do Galaxy S5.
Display do Galaxy S5: um componente bem salgado
Os componentes principais do smartphone não têm nada de incomum. O Snapdragon 801 está presente em outros aparelhos também. De acordo com o levantamento, o display é a porção mais cara do dispositivo, pedindo sozinho US$ 63 do total de US$ 256 estimados.
Já o leitor biométrico, localizado na parte traseira – se você não viu, confira nosso rápido hands-on do aparelho, em que testamos o leitor de impressão digital –, custa aproximadamente US$ 4. Para fins comparativos, o mesmo sistema da Apple custa US$ 15, quase três vezes mais que os gastos do Galaxy S5.
Há também custos envolvendo a montagem e o empacotamento – cada unidade pede cerca de US$ 5 para isso (e daí podemos pressupor itens como caixa, manuais, encartes etc.). O custo total de US$ 256, no entanto, não inclui gastos com software, distribuição ou marketing.
O Galaxy S5 já foi lançado no Brasil e tem o preço sugerido de R$ 2.599 nas principais revendas autorizadas. O Tecmundo esteve presente no evento de anúncio do aparelho por aqui, ocasião em que também foram exibidos o Gear Fit e o Gear 2, os novos relógios inteligentes da Samsung
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