segunda-feira, 19 de maio de 2014

RuneScape


RuneScape
DesenvolvedoraJagex Ltda.
Publicadora(s)Gamérica (No Brasil)
Jagex Ltda. (Nos demais países)
DistribuidoraLevel Up! Games.
MotorRuneTek7
Plataforma(s)Java
Data(s) de lançamento
    Gênero(s)MMORPG Fantasia
    Modos de jogoMultiplayer
    Classificação12
    Requisitos mínimosRuneScape: 128 MBRAM, 500 MHz CPU
    RuneScape HD: 256 MB RAM, 1.5 GHz CPU,Nvidia GeForce3 ou cartão de memória equivalente.
    ControlesTeclado, Mouse
    IdiomaInglês, Alemão, Francês, Português (BR) e Espanhol latino-americano.
    www.runescape.com
    RuneScape é um MMORPG produzido pela empresa britânica Jagex. Foi criado oficialmente em 1998, por Andrew Gower. O jogo possui mais de 200 milhões de contas criadas.
    Andrew Gower foi o criador do DeviousMUD, precursor do RuneScape. Após ser reescrito e renomeado, a primeira versão do RuneScape foi lançada ao público em 2001, na forma de versão beta. Possuía uma versão gratuita e uma interface simples que era acessível à maioria dos navegadores de internet.
    RuneScape se passa no universo fictício de Guilenor, que é dividido em vários reinos, regiões, cidades e vilas. Os jogadores podem se deslocar por Guilenor a pé, utilizando feitiços de teletransporte, balões, navios e outros. Cada região oferece diferentes tipos de monstros, recursos e aventuras (missões), que desafiam o jogador. Diferentemente de outros MMORPGs, não há uma história a ser seguida, apesar de haver toda uma história sobre o tempo anterior ao qual o jogador se situa. Os jogadores são representados por avatares customizáveis, cujas metas e objetivos são definidos pelos próprios jogadores. Estes podem lutar contra monstros ou até outros jogadores, engendrar em aventuras ou aumentar a experiência em quaisquer das habilidades disponíveis, também conhecidas como skills.Os jogadores podem interagir entre si através de conversa, trocas de itens, ou participando em mini-jogos cooperativos ou competitivos.
    Apesar do Runecape ser o MMORPG gratuito mais famoso do mundo, ele ainda permite que os usuários gratuitos, tambémS chamados de F2P (Free-to-Play), possam pagar uma assinatura que pode ir de um mês a um ano, e se tornar um usuário assinante, também conhecido como P2P  ou eram conhecidos como Members entre 2001-2005. F2P e P2P também são utilizados como descritivos de conteúdo do jogo.

    domingo, 11 de maio de 2014

    novidade

    A realidade virtual como futuro da medicina. É possível?




    Realidade virtual é um termo popularizado para designar sistemas de animação em perspectiva (simulação plana de três dimensões), estereográfica ou não, com alguma interatividade. Porém, esse conceito vai muito mais além do que isso, principalmente, na medicina.
    As experiências virtuais estimulam a capacidade que o cérebro tem de modelar e restaurar uma função perdida. Chama-se isso de neuroplasticidade. Como exemplo, podemos citar aqueles momentos em que a pessoa tem o desejo desaparecer, ir para outro mundo. Impossível? Não. Agora, isso é possível. Esse procedimento auxilia no tratamento de doenças como labirintite e síndrome do pânico, além de superar traumas e fobias. No processo de tratamento com realidade virtual os pacientes necessitam de óculos com lentes especiais. Basta colocá-los e o paciente tem a sensação de ser transportado para outro lugar, outro ambiente. 
    Pesquisadores da PUC, do Rio Grande do Sul criaram uma agência bancária virtual para tratar funcionários que foram vítimas de assalto e ficaram traumatizados. Como primeiro paciente, a universidade gaúcha convidou o bancário Renato Caldas de Souza, que já presenciou sete assaltos, em quatro agências diferentes que ele trabalhou. Nas duas últimas vezes, esses assaltos apresentaram uma agressão física. O bancário afirma que tem medo de sair de casa e procura evitar chegar sozinho ao banco.
    Para lutar contra o medo de entrar na agência onde trabalha, Renato encarou pela primeira vez a terapia com realidade virtual. Uma pulseira azul monitorou seus batimentos cardíacos. Na agência virtual, ele assumiu o papel do caixa. No momento dos tiros, a ansiedade dele aumentou, porém, quando ele começou a vivenciar essa situação em um ambiente de realidade virtual, isso começou a se organizar na memória dele e diminui então a resposta de ansiedade.
    Em Barcelona, na Espanha, a experiência médica com realidade virtual vai além. Ela consegue criar a ilusão de que você é outra pessoa e que tem outro corpo. Os pesquisadores pedem para a pessoa que está sendo avaliada olhar para baixo. As luzes se apagam e ela vê as mãos de uma criança e tem a sensação de que são as suas. Olha para o espelho e, ao invés de ver a sua imagem, vê uma menina. Não somente vê como chega a sentir que está no corpo dela. Uma mulher faz um carinho na criança. No mesmo momento no laboratório, o pesquisador passa a mão no braço da pessoa.
    Vinte e oito homens fizeram esse teste e contaram que realmente se sentiram em um corpo feminino, o da menina mostrada em vídeo. E também tiveram uma sensação muito forte de que era a mulher virtual que estava passando a mão neles. Segundo o chefe da pesquisa, pela primeira ficou provado que o cérebro é capaz de aceitar um corpo virtual como sendo o seu próprio. Cientistas já pensam em usar essa tecnologia para tratar pacientes com anorexia, que têm uma visão distorcida do próprio corpo.
    Portanto, conclui-se que em um breve futuro, a realidade virtual pode ser um grande aliado da medicina ajudando na cura de doenças que afetem principalmente o cérebro das pessoas.

    Windows 8.1 fica mais inteligente e entende pesquisas de apps e ferramentas

    Novidade garante que usuários localizem aplicativos e ferramentas do sistema com base em palavras-chave

    Windows 8.1 fica mais inteligente e entende pesquisas de apps e ferramentas
    Pensando nisso, a Microsoft está adicionando uma nova funcionalidade ao Windows. Trata-se de um sistema de buscas inteligentes similares às presentes no Bing, mas diretamente no sistema operacional. A partir da atualização, os usuários poderão digitar perguntas ou palavras-chave relacionadas a soluções para que uma lista de possíveis respostas seja carregada rapidamente.Se você utiliza o Windows 8 ou alguma versão mais recente, deve estar acostumado a pressionar a tecla Windows no teclado e começar a digitar alguma palavra para localizar apps e ferramentas com mais facilidade. Por outro lado, também há grandes chances de você já ter se frustrado por querer encontrar algo e  não se lembrar do nome exato da ferramenta.
    Por exemplo: se o consumidor digitar “Encontrar apps para o Windows”, o sistema vai reconhecer as palavras-chave e oferecer a Windows Store para que o usuário baixe novos aplicativos. Outro exemplo citado no blog oficial do Bing é: se o usuário digitar “Como deletar um aplicativo?”, o sistema operacional irá carregar o atalho para a ferramenta de exclusão de softwares.
    O principal objetivo da mudança é tornar a localização de ferramentas mais simples e dinâmica para todos os consumidores que utilizam o Windows. Este novo recurso vai ser distribuído a todos os usuários com o Windows 8.1 instalado — não sendo disponível para versões anteriores do sistema operacional. As atualizações já começaram e deve estar disponíveis globalmente em poucos dias.

     


    Jogos Xbox ONE

    Ryse 2

    O game da Crytek que levou os jogadores para o coração do Império Romano deve ganhar uma sequência nesta E3. O título está em desenvolvimento e será anunciado durante a conferência, com direito a um trailer do jogo sendo exibido em tempo real.
    Tchau, Roma
    O interessante é que o novo game vai deixar de lado a temática romana e investir em outro período histórico. De acordo com o suposto informante, a continuação será centrada na época medieval e vai oferecer mais liberdade de exploração, além de um sistema de combate mais refinado.
    Com lançamento previsto ainda não definido, o jogo será focado na história de um mercenário que deve seguir seu destino. O indivíduo ainda afirma que o visual vai ser inacreditável — algo bastante plausível, levando em conta que o primeiro Ryse já era de cair o queixo.

    Forza Horizon 2

    Outra aposta que ninguém duvidava e que aparece na lista vazada é Forza Horizon 2. A sequência do game será anunciada pela Playground Games e deverá chegar ao One em outubro de 2014, sendo novamente focada no mundo aberto e em localidades reais, como Louisiana, Mississipi, Novo México, Texas e Arkansas.
    É claro que nada disso é novidade, então o rumor completa dizendo que o jogo contará com um ciclo completo de dia e noite, além de mudanças climáticas em tempo real. E, para aqueles que gostam de longas horas de campanha, o modo single player deste Forza contará com nada menos do que 80 horas.
    Já quem espera uma participação mais efetiva da Turn 10, ela deve aparecer apenas para dizer que está ajudando a Playground neste projeto.

    Halo 2: Anniversary

    E os fãs de Master Chief não terão do que reclamar. Além do anúncio da data de lançamento de Halo 5, a 343 Industries vai subir ao palco para revelar o tão aguardado Halo 2: Anniversary, a versão remasterizada do clássico capítulo da série.
    Assim como aconteceu com o título anterior, a nova versão será inteiramente refeito, incluindo o multiplayer, e trará algumas novidades exclusivas. É o caso da missão E3 2013 como bônus desbloqueável e os mapas que estavam disponíveis na versão para PC.

    Battletoads e Perfect Dark

    É aqui que eu realmente torço que esse rumor se mostre verdadeiro no próximo dia 9 de junho. O suposto informante alega que a Rare vai tentar repetir o feito da Double Helix no ano passado e trazer outros clássicos para o Xbox One. E os títulos escolhidos são nada menos do que Battletoads e Perfect Dark.
    As duas séries ganharão reboots para o console de nova geração e com algumas mudanças. O novo game dos anfíbios lutadores deve ser lançado exclusivamente no formato digital, assim como aconteceu com Killer Instinct, e a intenção é fazê-lo rodar a 60 quadros por segundo.
    Já Perfect Dark é o que mais vai mudar neste recomeço. Em uma possível tentativa de se diferenciar da enxurrada de FPS disponíveis no mercado, a nova versão deverá ser reformulado e se transformar em um shooter em terceira pessoa com boas doses de ação, fazendo dele uma espécie de Uncharted futurista.
    Vale lembrar que a própria Microsoft já deu vários indícios que franquias clássicas estavam prestes a retornar, o que torna esse boato bastante plausível.

    Novo jogo da Epic

    Lembra-se do Samaritan, a demonstração gráfica apresenta pela Epic em 2012 para mostrar o poder da Unreal Engine? Pois aquele conceito vai mesmo se transformar em 
    jogo e o game vai ser finalmente revelado neste ano.

    Segundo o misterioso informante, o título vai ser um exclusivo do Xbox One e distribuído pela Microsoft. Ele não traz nenhum detalhe sobre o gênero ou qualquer outra coisa que podemos esperar, se limitando a dizer que este será o jogo mais bonito desta geração.

    Gears of War: Lazarus

    Não que alguém duvidasse disso, mas o rumor afirma que a Black Tusk vai finalmente revelar o primeiro Gears of War desta nova geração. O game se chamará Gears of War: Lazarus e sua apresentação será focada no novo rumo que o estúdio pretende dar à franquia.
    Segundo o vazamento, a produtora vai exibir apenas um trailer em CGI — mas que será o suficiente para enlouquecer os fãs.

    Quantum Break

    O tão aguardado Quantum Break também vai dar as caras nesta E3 — disso, ninguém duvida. No entanto, a lista afirma que não apenas saberemos detalhes da mecânica, principalmente de seu modo multiplayer, como ainda descobriremos a sua data de lançamento. Ao que parece, o game chegará ao One em novembro deste ano.
    Além disso, ele afirma que o jogo conta com uma melhoria gráfica significativa em relação ao que vimos no ano passado e que a intenção da Remedy é criar uma trilogia, sendo este o primeiro capítulo.

    Sunset Overdrive

    O jogo mais comentado da semana também vai fazer bonito na E3. Com lançamento previsto para outubro ou setembro, ele terá gráficos semelhantes àqueles vistos nas cenas em CG.
    Além disso, confirmando aquilo que os últimos trailers mostraram, os elementos de Parkour devem ser uma mistura de Sonic, Jet Set Radio e Ratchet and Clank.

    Fable Legends e mais

    Segundo o tal informante, a Lionhead deve aparecer durante a conferência da Microsoft para trazer uma breve demonstração da jogabilidade de Fable Legends e deve aproveitar o momento para exibir um pequeno teaser de seu próximo projeto.
    O jogo em questão vai (finalmente) abandonar a temática medieval fantástica e nos mostrar um futuro no qual a Terra passou por um estranho cataclisma. Além disso, há vários objetos que parecem ser ovos, sugerindo que teremos mais uma batalha contra aliens vindo aí.

    EchoBlack

    E já que a Rare estará ocupada ressuscitando franquias antigas, a tarefa de desenvolver um jogo focado no Kinect caiu para a Good Science, que vai revelar o misterioso EchoBlack.
    O título será controlado pelo sensor de movimentos e será baseado no conceito de ecolocalização, ou seja, algo semelhante a um sonar. Ele vai usar desde a altura do som captado até mesmo sua direção para dar vida à aventura, trazendo algo bem diferente e original.

    Sucessor espiritual de Viewtful Joe

    O informante misterioso afirma ainda que a Platinum Games vai surpreender todo mundo ao aparecer na conferência para revelar um novo jogo de ação beat ‘em up ao estilo do clássico Viewtful Joe. Sendo chamado pelo codinome de RugPuddle, ele é parte de uma parceria do estúdio com a Microsoft para a distribuição de outros títulos da empresa para o One no futuro.

    Games with Gold para o One

    E a tão esperada chegado do programa Games with Gold para o Xbox One deve finalmente acontecer. A Microsoft deve seguir a mesma lógica utilizada no X360, trazendo um jogo completo e outro exclusivo digital por mês, com a diferença de que a intenção é evoluir esse sistema com o passar do tempo.
    Se isso for realmente confirmado, vai ser um golpe e tanto na Sony. Por mais que o PS4 também receba seus títulos gratuitos com a PlayStation Plus, todos os jogos disponibilizados até agora eram produções menores e lançadas unicamente na PSN.
    Se a Microsoft fizer o que o rumor aponta, teremos games de peso sendo distribuídos aos jogadores. Por outro lado, a biblioteca desta nova geração ainda não está tão variada assim, o que torna essa estratégia um pouco suspeita neste primeiro momento.
    De qualquer forma, o boato afirma que a intenção da empresa é iniciar a expansão do programa imediatamente. Os primeiros jogos não foram revelados.

    Análise: gamepad Razer Sabertooth Elite


    Apesar de termos elogiado o produto em nossa aná
    lise, podemos afirmar com convicção que ele parece um mero protótipo quando comparado com o Razer Sabertooth Elite, oferta mais recente da empresa. Levando em consideração o que funcionou (e o que se mostrou insatisfatório) em seu produto anterior, a companhia desenvolveu um controle luxuoso que promete ser a opção definitiva para jogadores competitivos.Conhecida por seus mouses, headsets e teclados especiais para games, a Razer também realiza algumas experiências no mundo dos gamepads. A primeira delas, conhecida como Onza, prometia substituir o controle-padrão do Xbox 360 oferecendo botões mecânicos, controles analógicos com sensibilidade ajustável e botões extras cujas funcionalidades podiam ser ajustadas pelo jogador.
    Neste artigo, você confere nossas impressões sobre o gamepad e descobre o que ele tem a oferecer em relação ao controle-padrão desenvolvido pela Microsoft, que serviu como inspiração para a Razer. Após a leitura de nossa análise, aproveite para deixar sua opinião sobre o produto em nossa seção de comentários.

    Especificações técnicas

    • 2 botões multifuncionais nas laterais superiores (MFB)
    • 4 botões multifuncionais removíveis (MFT)
    • 4 botões Hyperesponse retroiluminados
    • Tela OLED para personalização de recursos
    • Superfície de borracha antideslizante
    • Cabo de fibra trançada com 3 metros de comprimento
    • Bolsa de transporte
    • Entrada de 2,5 milímetros para headset
    • Peso: 288 gramas

    Controle "Premium"

    Um dos primeiros fatores que diferencia o Razer Sabertooth de seu antecessor é o tratamento “Premium” que a fabricante deu ao produto, algo que fica evidenciado por sua bolsa de transporte. Além de contar com uma área acolchoada que protege o gamepad durante o transporte, o acessório possui áreas específicas nas quais você pode armazenar o cabo destacável e as demais ferramentas que acompanham o acessório.
    Embora o visual geral do dispositivo lembre bastante o design do controle-padrão do Xbox 360, há algumas diferenças notáveis: além de contar com um acabamento com linhas mais retas, o dispositivo da Razer apresenta um pequeno painel OLED em sua parte inferior. Outra novidade fica por conta da inclusão de um par de “gatilhos” na parte traseira do acessório, cada um deles atuando como dois botões complementares.
    Apesar de manter os botões mecânicos vistos no Onza, que garantem uma resposta mais rápida a comandos feitos durante um game, o acessório abandona as pequenas rodas que permitiam ajustar a sensibilidade dos direcionais analógicos. Agora esse processo é feito de maneira digital, sem que haja diferença tátil na maneira como o controle responde às ações do jogador.
    Razer Onza e Razer Sabertooth Elite
    Uma das principais mudanças do Sabertooth em relação a seu antecessor ocorre em seus direcionais digitais, que passam a agir de maneira individual e aparecem de maneira mais espaçada. A consequência disso é um controle que se adapta bem a jogos de luta, gênero que costuma apresentar alguns problemas com gamepads convencionais (sendo que um dos casos mais graves nesse sentido ocorre justamente com o controle do Xbox 360).

    Botões reprogramáveis pouco úteis

    Assim como acontece no Razer Onza, o Sabertooth permite que você atribua aos botões extras do gamepad funções pré-programadas. Embora torne esse processo mais simples do que no passado graças à sua pequena tela OLED, que indica com precisão as mudanças que estão sendo realizadas, o dispositivo mantém limitações que impedem explorar todo o potencial dessa característica.
    Como todas as configurações são feitas interagindo diretamente com o gamepad, na prática isso significa que os botões extras do dispositivo simplesmente replicam as funções feitas por botões pré-existentes. Ou seja, a não ser que você realmente precise que o botão B esteja localizado em um gatilho, dificilmente verá a necessidade de usar o sistema de personalização — limitação que poderia ser resolvida facilmente, ao menos no PC, com o auxílio do software Synapse (que a fabricante usa para permitir mudanças nas funções de seus mouses e teclados).
    O único momento em que sentimos que a adição de botões adicionais se mostra interessante é em jogos FPS, no qual o posicionamento dos gatilhos traseiros se mostra bastante cômoda (feitas as devidas personalizações de comandos). Felizmente, essa peça pode ser removida facilmente, permitindo que você use o controle em uma configuração mais próxima àquela oferecida pela opção-padrão do Xbox 360.

    Hora do jogo

    Para descobrir o que o Razer Sabertooth tem a oferecer, não basta observar as características técnicas do controle: é preciso jogar. Felizmente, nesse sentido o dispositivo se mostra bastante competente, respeitado o curto período de adaptação necessário para se acostumar com o posicionamento ligeiramente diferente dos botões em relação ao controle oficial produzido pela Microsoft.
    Durante nossos testes, o controle se mostrou uma opção confiável para jogar com conforto títulos tão díspares quanto Dark Souls 2, Child of Light, Kingdoms of Amalur: Reckoning, The Bureau: XCOM Declassified, FIFA 14 e The King of Fighters XIII. Realizadas as devidas configurações, os gatilhos traseiros se mostraram um bom substituto aos botões L2 e R2, permitindo acessar as funções associadas a eles sem que fosse tirar os dedos de seu lugar de repouso.
    O único problema detectado foi durante The King of Fighters XIII e está relacionado ao direcional digital do gamepad. Embora os botões separados (semelhantes aos vistos no PlayStation 3) estejam muito à frente em matéria de qualidade quando comparados à disposição-padrão do Xbox 360, eles ainda não se mostram ideias para jogos do tipo, pois não possuem a mesma precisão de um controle arcade (como o Razer Atrox ) na hora de realizar comandos especiais.

    Vale a pena?

    Custando em média R$ 450 no Brasil, quase quatro vezes mais do que é cobrado pelo controle convencional do Xbox 360 (versão com fio), o Sabertooth definitivamente não é um controle para qualquer pessoa. Embora o dispositivo seja melhor do que a opção-padrão da Microsoft, a diferença de preço entre as duas versões torna difícil optar pelo produto da Razer, mesmo com a qualidade que o produto apresenta.
    Infelizmente, nosso período de testes foi limitado, o que nos impede de detectar se o dispositivo sofre com os mesmos problemas de durabilidade do Onza — ao menos em uma análise superficial, aparentemente este não é o caso. Caso algo negativo nesse sentido ocorra, atualizaremos esta análise em um momento futuro para refletir a situação.
    Embora as qualidades do Razer Sabertooth sejam claras para usuários hardcores e profissionais dedicados a games competitivos, o preço cobrado no Brasil torna difícil justificar o investimento necessário para adquiri-lo por meios oficiais. Assim, seria interessante se a Razer decidisse abandonar o painel OLED e os botões configuráveis de forma a criar um dispositivo menos personalizável, mas que se encaixasse melhor no orçamento dos jogadores.

    sábado, 10 de maio de 2014

    Análise: smartphone Nokia Lumia 1020 [vídeo]



    O Nokia Lumia 1020 tem hardware capacitado para jogos e apps pesados, tela grande com boa resolução e muito espaço para armazenamento. O destaque principal é o sensor de 41 megapixels que promete qualidade absurda de imagem.Recentemente, a Nokia anunciou o tão prometido Lumia 1020. De lá pra cá, todo mundo fala que este é o smartphone perfeito para quem ama fotografar e busca alto desempenho em um dispositivo com Windows Phone 8.
    Com tantas promessas, é claro que estávamos curiosos para conferir o potencial do produto e por isso corremos atrás de um exemplar para trazer nosso parecer para você. Como de costume, antes de darmos nossa opinião, vale conferir as especificações do aparelho:
    (Fonte da imagem: Tecmundo/Baixaki)
    Abaixo, separamos os resultados de benchmark do Lumia 1020 nos principais aplicativos. Infelizmente, apenas o GFX Benchmark é multiplataforma e possibilita a comparação com outros sistemas. Comentários sobre o desempenho serão realizados posteriormente.
    (Fonte da imagem: Tecmundo/Baixaki)
    (Fonte da imagem: Tecmundo/Baixaki)
    Resultados em fps. Quanto maior, melhor. (Fonte da imagem: Tecmundo/Baixaki)

    Aprovado

    Sistema e apps fluidos

    O Lumia 1020 é um aparelho que impressiona pelos números, mas não é um dispositivo totalmente diferente daquilo que a Nokia lançou previamente. Essencialmente, o dispositivo conta com as mesmas configurações do Lumia 920.
    (Fonte da imagem: Tecmundo/Baixaki)
    Justamente por ser um celular top de linha, não é para ficar tão surpreso que o desempenho tenha sido satisfatório na maioria das situações. O Lumia 1020 roda o Windows Phone 8 com maestria e trabalha com todos os recursos excepcionalmente bem. A tela tem um colorido fantástico e garante ótima reprodução dos principais apps, vídeos e jogos.

    O lado bom da câmera

    Para começar, vamos falar das especificações. O sensor não pode criar imagens de 41 MP. Essa especificação é apenas a área total do sensor. Na prática, ela é capaz de capturar 38 megapixels em fotos 4:3 e 34 megapixels em fotos 16:9. A lente do Lumia 1020 foi criada em parceria com a Carl-Zeiss e é um componente de alta qualidade.
    Ao capturar cada imagem em altíssima definição, o Lumia 1020 cria duas fotos: uma com a resolução máxima e uma de 5 MP com a melhor qualidade possível. Isso é muito útil, pois você pode compartilhar as fotos menores na web com facilidade.
    (Fonte da imagem: Tecmundo/Baixaki)
    A abertura sempre constante em f/2.2 garante a entrada de grande quantidade de luz. O resultado são imagens sempre com uma excelente regulagem de iluminação. Foram raras as situações em que o aparelho mostrou algum desequilíbrio na luz.
    Devido às limitações de hardware, o zoom não acontece com o ajuste de lentes, sendo todo configurado de forma digital. Em termos profissionais, ele varia entre 25 e 74 mm. Nesse ponto, devemos parabenizar a Nokia, que teve a excelente ideia de apenas cortar a imagem para tamanhos menores e sempre garantir resultados perfeitos.  A resolução final das imagens com zoom é mais baixa, mas, ao menos, o conteúdo da imagem não é distorcido.
    (Fonte da imagem: Tecmundo/Baixaki)
    Para fotografar, o Lumia 1020 conta com diversos aplicativos. O primeiro é o app básico do Windows Phone, o qual tem uma série de limitações e produz fotos de qualidade razoável. O Nokia Pro Cam é o grande destaque. Ele oferece ajustes de flash, balanço de brancos, foco, ISO, velocidade do obturador e exposição.
    Outro app útil é o Nokia Smart Cam, o qual captura uma série de imagens em movimento. Com esse programa, o celular faz uma série de fotos e indica qual é a melhor imagem. Além disso, o Smart Cam permite criar fotos compostas e animações. É realmente genial!
    AmpliarImagem capturada com zoom máximo (Fonte da imagem: Tecmundo/Baixaki)
    Deixando as configurações no automático, as imagens geralmente ficam muito nítidas e mostram boa qualidade na reprodução do conteúdo. Essencialmente, podemos dizer que esta é a melhor câmera em um smartphone.
    A captura de vídeos é sensacional. É possível aproximar e afastar a imagem durante a gravação. O zoom máximo é de 6 vezes e os vídeos são gravados em Full HD. Seja para perto ou para longe, o Lumia 1020 mostrou excelência em vídeos!

    Acima do esperado: bateria e som

    A Nokia conseguiu caprichar em diversos detalhes do produto. Além do hardware preparado e da câmera excepcional, o Lumia 1020 chama a atenção pelo áudio de alta qualidade. O nível de volume dos alto-falantes é excelente e o aparelho não distorce os sons. Isso é possível graças à tecnologia Dolby Digital, que garante melhorias na reprodução de músicas.
    (Fonte da imagem: Tecmundo/Baixaki)
    É impressionante ainda que, mesmo usando a câmera por muito tempo e mantendo o brilho em nível máximo, a bateria do Lumia 1020 mostrou muita competência. É possível usar WiFi, aproveitar games, abrir vários apps, navegar na web e capturar muitas fotos sem que a energia se esgote. Fazendo tudo isso, a bateria só mostrou fraqueza depois de 2 dias de uso.

    Reprovado

    O lado ruim da câmera

    De acordo com a própria Nokia, o Lumia 1020 é um aparelho que permite capturar fotos como um profissional. Na prática, a história é um pouco diferente. Este celular não tem todas as regulagens de uma câmera profissional e apresenta algumas limitações.
    De qualquer forma, não adianta se iludir; mesmo com um sensor de qualidade absurda, este smartphone não vai torna você um profissional. São coisas bem distintas. Não adianta nada o aparelho possuir a melhor câmera do mundo se o usuário não sabe como trabalhar com ela.
    (Fonte da imagem: Tecmundo/Baixaki)
    Dito isso, vamos aos pontos negativos da câmera. A primeira coisa que notamos é a limitação no foco. A distância focal mínima é de 15 cm, portanto não adianta você colocar o celular a 5 centímetros de distância do objeto, pois não será possível focar.
    Notamos sérios problemas no foco automático. Diferente de um iPhone, que consegue focar rapidamente a curtas distâncias, o Lumia 1020 não apresenta as mesmas respostas. Quando colocamos a lente a 15 cm de distância do objeto, o foco automático não consegue focar no local que selecionamos. O jeito é apelar para o modo manual, o que não é nada prático!
    Problemas no foco automático em macro (Fonte da imagem: Tecmundo/Baixaki)
    Além dessa questão, devemos salientar que o aparelho não é um monstro da captura. O sensor de 41 megapixels garante imagens com dimensões absurdas e qualidade estonteante, mas não pense que você vai conseguir os mesmos resultados de uma câmera profissional. Só por curiosidade, comparamos o celular com uma Nikon D3200 e, claro, ele não mostrou o mesmo potencial.
    Notamos ainda que há certa distorção no registro de cores. Infelizmente, o aparelho não consegue realizar bom equilíbrio delas. Para compensar, é preciso mudar o equilíbrio de brancos, mas os resultados não ficam tão bons quanto os que vemos nas fotos de um iPhone 5 ou de um LG Nexus 4.
    AmpliarFoto noturna com regulagens de ISO e velocidade manuais (Fonte da imagem: Tecmundo/Baixaki)
    Devido ao sensor de altíssima qualidade, é evidente que as imagens acabam ficando gigantescas. Isso não é bem um problema, mas é preocupante para o consumidor que verá seu celular entupido de fotos em pouco tempo. Cada imagem ocupa aproximadamente 10 MB, e um clipe de 2 minutos pode consumir até 250 MB do armazenamento.
    Durante nossas experiências com a câmera, ficamos muito preocupados com a temperatura elevada na região da câmera. Acredite, estamos falando sério. O calor é tanto que chega quase a queimar os dedos. Em nossas medições, a temperatura ficou acima dos 44 °C.

    O design deixa a desejar

    A Nokia sempre capricha no visual de seus aparelhos, mas isso não foi possível no Lumia 1020. Devido aos componentes da câmera, que necessitam de muito espaço físico, a fabricante foi obrigada a colocar uma “tampa de bueiro” na parte traseira do produto. Isso destoa muito do restante e causa estranheza na pegada.
    (Fonte da imagem: Tecmundo/Baixaki)
    Outro probleminha que nos incomodou foi o peso excessivo do celular. Ainda que seja mais leve do que o Lumia 920, ele está bem acima de outros aparelhos concorrentes. Não é o fim do mundo, mas certamente é algo que vai decepcionar o consumidor mais exigente.

    Faltou poder de fogo

    Como você pôde conferir nos benchmarks, o hardware do Lumia 1020 fica muito abaixo da concorrência. A Nokia e a Microsoft podem ter feito um ótimo trabalho para otimizar todos os recursos da CPU e da GPU para rodar o sistema com perfeição, mas, infelizmente, este smartphone não mostra força bruta para executar jogos.
    O aparelho engasgou para rodar Batman e Six Guns. Em diversos momentos, notamos algumas quedas de frames e congelamento de tela. Não é nada preocupante, mas é estranho o melhor smartphone da Nokia apresentar esse tipo de problema. O problema, é claro, se deve à falta de poder do chip gráfico e do processador.

    Vale a pena

    No fim das contas, o Nokia Lumia 1020 é um smartphone que está buscando um público. Ele não possui os recursos necessários para agradar a um fotógrafo exigente e também não é o companheiro ideal para o usuário que busca apenas tirar suas fotos no dia a dia.
    (Fonte da imagem: Tecmundo/Baixaki)
    Tudo vai depender do que você necessita. Há situações em que o aparelho pode ser o companheiro ideal, afinal ele possibilita alguns ajustes e garante fotos bem superiores às de outros smartphones.
    O principal problema, contudo, fica por conta da necessidade de compreender como usar cada recurso. Apesar de ter funções automáticas, nem tudo é tão simples para o usuário comum. Investir neste aparelho apenas pelo sensor de alta qualidade e pensar que as fotos ficarão sempre geniais é um erro.
    Claro, com a capacidade exagerada do sensor, este Lumia é capaz de realizar grandes proezas. A câmera é sim a melhor que existe para smartphones, mas isso não quer dizer que ela vai ser perfeita em todos os aspectos. Além disso, devemos ressaltar que o hardware não é dos melhores e pode decepcionar os jogadores de plantão.
    (Fonte da imagem: Tecmundo/Baixaki)
    Por ora, a Nokia não revelou o preço do Lumia 1020 no Brasil, mas, se o aparelho chegar por menos de 2 mil reais e, preferencialmente, por cerca de 1.600 reais, acreditamos que vale a pena investir no produto. Do contrário, para um fotógrafo, pode ser mais interessante aplicar o dinheiro em uma câmera DSLR.

    Como funciona a câmera de 41 MP do Nokia Lumia 1020

    Smartphone mostra somente uma "prévia" da imagem real na tela para você conseguir manipulá-la da forma que quiser.

    Na época, a empresa estava indo de mal a pior e ainda lançava aparelhos com o velho sistema operacional que utilizou por anos. Por conta do mau desempenho do Symbian se comparado com a concorrência, o aparelho, mesmo com uma ótima câmera, não emplacou. Agora, a finlandesa aposta suas fichas no Windows Phone 8 com um sensor ainda melhor que o do antecessor.Com a apresentação do novo Lumia 1020 pela Nokia hoje (11), muita gente ficou interessada em saber como funciona a incrível câmera de 41 MP do aparelho, possivelmente a melhor e comprovadamente a com mais megapixels que já foi embutida em um smartphone. A câmeraPureView da Nokia é uma atualização da EOS 41 MP PureView que acompanhava o Nokia 808 PureView, aquele grandão que rodava o falecido Symbian.

    Zoom mágico

    O zoom digital da câmera do Lumia 1020 não é exatamente um zoom digital — pelo menos não da forma que conhecemos hoje, disponível em nossos smartphones e várias câmeras amadoras. No smarphone, em vez de eliminar alguns pixels da fotografia para tornar determinadas regiões maiores, ele simplesmente “corta” a imagem em uma área escolhida por você.
    Ou seja, ele captura todas as imagens em 38 ou 34 MP (nos formatos 4:3 e 16:9 respectivamente) e deixa todos os dados armazenados no aparelho, sem nenhuma perda de qualidade. Ainda assim, o que ele mostra na tela para você é uma prévia da foto original, como se fosse uma “thumbnail” de 5 MP. A partir disso, você vai aproximando a imagem em alguma parte do quadro capturado e o smartphone vai cortando a foto até chegar ao enquadramento desejado. Nada de pixels desaparecendo, mas sim um corta e recorta de fotos.
    Caso o aparelho funcione de fato da forma como podemos ver nesses vídeos, a capacidade de processamento de imagem deve realmente ser surpreendente, já que consegue lidar com imagens bem grandes e ainda assim criar “prévias” instantaneamente.

    Qualidade aguçada

    Segundo a Nokia, não são apenas megapixels que deixam uma foto com cores mais balanceadas, detalhes mais vívidos e, enfim, com uma qualidade aguçada. As lentes da câmeraPureView é que fazem boa parte do trabalho. Ao todo, são seis delas, fabricadas pela ZEISS. Elas garantem a entrada de luz uniforme necessária para tirar boas fotos até em ambientes escuros, além de evitar distorções que podem acontecer em determinadas situações.
    Para lidar com esse tipo de ambiente, a Nokia criou uma tecnologia que reduz o ruído em imagens com pouca luz. Para isso, foi preciso incluir um sistema de iluminação traseira no sensor de imagens. Ou seja, os pixels que não receberam nenhuma informação luminosa do ambiente não ficam “completamente apagados”, o que acaba com o efeito granulado e cheio de pontinhos pretos para todo lado nas fotografias.
    Como funciona a câmera de 41 MP do Nokia Lumia 1020Fabricante deu um jeito de arrumar a casa para entrar mais luz. (Fonte da imagem: Divulgação/Nokia)
    Até hoje, não era possível utilizar retroiluminação em sensores tão pequenos como os de smartphones por conta das conexões com fios que cada pixel precisa. A Nokia então deu um jeito de reorganizar tudo isso para que houvesse espaço suficiente para a iluminação corrigir as falhas nas imagens feitas no escuro. O resultado dessa tecnologia poderemos ver quando testarmos o aparelho.

    Segunda geração de estabilizadores de imagem

    Fazer vídeos com o celular sempre foi um problema por conta das imagens tremidas. Os smartphones são sempre muito leves para que nossas mãos consigam manter uma pegada mais firme, o que gera um grande problema. Empresas como a Apple, Samsung e a própria Nokia já conseguiram resolver parte desse incômodo com estabilizadores magnéticos, que identificavam as variações na orientação do aparelho e tentavam corrigir o que aparecia na tela.
    Acontece que isso não funcionava de forma rápida o suficiente, e um pouco de tremedeira ainda aparecia nos vídeos. Na câmera PureView da Nokia existe a segunda geração de estabilizadores, que funciona de forma óptica, com uma espécie de eixo que identifica as oscilações e as corrige mais rapidamente. Esse sistema foi utilizado pela primeira vez no Lumia 920 PureView e chega atualizado no novo aparelho da fabricante.
    Como funciona a câmera de 41 MP do Nokia Lumia 1020Novas formas de controle da câmera deixam o manejo mais simples. (Fonte da imagem: Divulgação/Nokia)

    Soluções de software

    Uma câmera com tantas qualidades de hardware não seria nada sem um bom aplicativo para fazer tudo isso funcionar. A Pro Camera da Nokia permite ser configurada de forma manual, para que você ajuste diversas variantes de exposição, controle de luz, ruído e vários outros. Com isso, você consegue a imagem praticamente da forma que quer.
    O Lumia 1020 chega ao mercado norte-americano em 26 de julho como aparelho exclusivo de uma operadora local. No lançamento, ele estará sendo vendido por US$ 300, com contrato de serviços da AT&T
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    Grupo russo vaza informações inéditas sobre o Windows 9

    De acordo com rumores, próxima versão do sistema operacional trará de volta o menu Iniciar e contará com versão gratuita baseada na nuvem


    Grupo russo vaza informações inéditas sobre o Windows 9Próxima atualização do Windows 8 pode trazer de volta o menu Iniciar (Fonte da imagem: Lifehacker)

    Posteriormente, já em 2015, a empresa deve anunciar o Windows 9, que trará uma interface levemente renovada – mas ainda com o estilo minimalista adotado na atual versão do sistema operacional. Os integrantes do WZOR vão além e afirmam que suposto Windows 9 será lançado como um update gratuito para quem tiver comprado o Windows 8/8.1/8.2 original.
    O WZOR, grupo de russos anônimos especializado em vazar informações confidenciais sobre o sistema Windows, enviou segunda-feira (21/04) para o site BGR alguns detalhes inéditos sobre os planos daMicrosoft para o futuro de seu SO. De acordo com os dados vazados, a companhia de Satya Nadella pretende lançar uma segunda atualização do Windows 8.1 até o fim deste ano, batizando-a como Windows 8.2 e trazendo de volta o bom e velho menu Iniciar.
    O mais interessante, contudo, ainda está por vir: a última informação divulgada pelo grupo misterioso diz respeito a um novo SO que a Microsoft estaria teoricamente desenvolvendo. Batizado como Windows Cloud, o sistema seria baseado na nuvem e exigiria conexão constante com a internet para utilização de todos os seus recursos (como o Joli OS e o Chrome OS). Essa versão seria completamente gratuita, mas quem resolvesse arcar com uma assinatura premium ganharia recursos adicionais que não foram revelados.
    Vale a pena ressaltar que nenhuma dessas informações foi confirmada pela Microsoft – parece que ainda teremos que aguardar mais alguns meses para saber se essas especulações fazem sentido ou não

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